sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Batman 3 pode ter mais de um vilão, diz Morgan Freeman


O ator Morgan Freeman, que viveu Lucius Fox em Batman Begins e Batman – O Cavaleiro das Trevas, deu pistas sobre a próxima aventura do Homem-Morcego.

"Não sei se a escolha do inimigo será feita por Christopher Nolan (diretor). Já houve conversas de ter o Charada, o Pinguim. Phillip Seymour Hoffman como o Pinguim e eu acho isso bem interessante. Então temos que esperar e ver. E pode haver mais de um (vilão), disse o astro em entevista à MTV.

Direção de Nolan

Freeman falou ainda sobre a confirmação de Nolan na direção, coisa que aconteceu oficialmente há alguns dias. “Nunca houve dúvida de ninguém com relação a isso depois de O Cavaleiro das Trevas. Sabíamos que a Warner iria diszer ‘Que seja! O que você quer? Desde que nos dê um terceiro filme", disse o ator.

Você encontra esta notícia em:

http://verdesmares.globo.com/v3/canais/noticias.asp?codigo=303484&modulo=469

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Senhoras e senhores, amanhã tem espetáculo!

Debate dos candidatos à presidência, amanhã, 29 de outubro, logo após a novela Passione!

Com certeza, não será o eleitor, mas quem rir por último, dirá:
Perdi, mas pulei uma grande fogueira!

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Repassando uma visão sobre o debate da Record

Na Record, DilmaXSerra lembrou o reality ‘A Fazenda’

Fotos: Alex Almeida/UOL e Nacho Doce/Reuters

O penúltimo debate presidencial começou atrasado. Quem sintonizou a Record na hora marcada, onze da noite, deu de cara com ‘A Fazenda’. Quem esperou talvez não tenha se dado conta, mas as diferenças entre um programa e outro foram sibilinas.

Dilma Rousseff e José Serra portaram-se como personagens do reality show que os precedeu, uma espécie de versão rural do Big Brother, da Globo. Confinados na campanha há quatro meses, como que anteciparam os movimentos um do outro.

A sequência de nove debates –serão dez até o final de semana— deixou-os calejados. Dizem que são sinceros. Mas quem os vê sente-se tentado a lançar mão de um jargão comum aos espetáculos do gênero: Eles estão jogando.

A isso foram resumidos os debates: um grande jogo, um realityeleitoral. Com uma diferença: em vez de entreter, o show aborrece a platéia. Os contendores recorreram a todos os estratagemas para atingir seus subterfúgios.

Procuraram não parecer o que são. Afinal, o outro pode não ser o que parece. Ou pior: pode ser e parecer. Em desvantagem no jogo, Serra lançou uma primeira casca de banana. Perguntou sobre os planos da rival para “banda larga”.

Sem pressentir que o alvo do contendor era outro, Dilma respondeu que a internet rápida já chegou a 65% das escolas. O acesso só não é maior porque São Paulo não aderiu ao programa, acusou.

Na réplica, Serra mostrou a garra: “O problema da candidata é de gestão”. Afirmou que o plano de banda larga, costurado na Casa Civil, é ruim. “Quem lançou o projeto mal feito foi a Erenice, que, aliás, hoje depôs na PF sobre seus malfeitos”.

Serra não queria falar de internet. Queria mesmo era devolver a “braço direito” de Dilma aos holofotes. O problema é que, a essa altura do jogo, a rival já desenvolveu antídotos contra o veneno. Para o Erenicegate, o remédio é o Dersagate.

“Hoje, a seis dias da eleição, de fato, a Erenice depôs. O que dizer de Paulo Preto, que não só não depõe, mas quando ele ameaça vocês escondem?” E Serra: “Esse assunto é fantasioso. Você fala para dar a ideia de que é todo mundo igual na política. Não é não!”

Como nas brigas travadas à beira da piscina da casa da Globo ou na roça da versão agreste da Record, Serra tratou de adensar a lama. Citou “um fulano chamado Valter Cardeal”, homem de “confiança” da antagonista no setor elétrico. “Deu vários golpes, mas a Dilma continua defendendo ele”.

Serra prosseguiu: “A Dilma foi testemunha de defesa do José Dirceu, apontado como chefe de quadrilha. Foi lá [no STF], como testemunha de defesa, fez uma fala carinhosa, empolgante sobre a moralidade do José Dirceu”.

Hora de Serra perguntar. Ele escolhe seu tema predileto: saúde. “Andou pra trás”, ele martela. “Qual a sua proposta... Não o trololó, proposta concreta”. Dilma assume o controle do balde de lodo:

“O Serra, presssionado, inventa trololó, gosta de enrolar. É importante que reponda pelo sr. Paulo Preto. É braço direito e esquerdo. Se duvidar, é a cabeça também”. A candidata torrou o seu tempo com o Dersagate.

Mencionou a flexibilização dos contratos que permitiu às empreiteiras usar material mais barato nas obras. Citou a queda de três vigas num viaduto do Rodoanel. “Um dos motivos dos motivos levantados é o uso de material de baixa qualidade”. Laudos técnicos afastaram a suspeita. Mas quem se importa? É o jogo.

Sem a participação de jornalistas, o debate não teve perguntas, mas pegadinhas. Tachado de privatista, Serra trouxe a vacina de casa. Acusam-no de defender para o pré-sal o modelo que concede às empresas multinacionais a exploração das jazidas.

“Se isso é privatização, a Dilma fez mais”, atacou. Como presidente do conselho de administração da estatal petroleira, disse Serra, “a Dilma entregou a exploração de petróleo a 108 empresas privadas, metade estrangeiras”.

E Dilma: “Você está fazendo, de novo, deliberada enrolação”. Descoberto o “bilhete premiado” do pré-sal, ela alegou, suspenderam-se os contratos e modificou-se o modelo. A coisa seguiu nessa diapasão até o final.

Dilma provocou: “Você ficou caladinho quando mudanram nome para Petrobrax, substituindo o Bras de Brasil”. Serra crispou-se: “A Dilma fala que minto, mas ela é profissional nessa arte”. Explicou que, sugerida por um direito, a troca de logomarca, foi recusada pelo governo FHC.

Em duas oportunidades, Dilma martelou: Sob Lula, criaram-se 15 milhoes de empregos, contra 5 milhões da era FHC. No debate anterior, Serra silenciara. Agora, já desenvolveu uma vacina que, se não imuniza, confunde.

Alegou: O que aumentou não foi o número de carteiras assinadas, mas a fiscalização. Graças, aliás, à unificação da Receita com a Previdência, apoiada pelo PSDB. As insinuações avolumaram-se. “Você não conhece o Nordeste”, disse Dilma a certa altura. “O PAC é uma lista de obras”, fustigou Serra noutro instante.

Acusaram-se um ao outro, várias vezes, de mentirosos. Serra: Você ora defende o aborto ora diz que é contra. Num instante diz que não vestirá o boné do MST, noutro leva o artefato à cabeça. Dilma queixou-se do baixo nível. E foi à canela. Em matéria de mentira, disse ela, Serra é imbatível.

Citou o documento que o oponente assinara, comprometendo-se a cumprir o mandato de prefeito de São Paulo até o final. “Registrou em cartório, depois rasgou”. Registro cartorial não há. Mas o papel, de fato, existe. Serra mudou de assunto.

Para desassossego dos telespectadores, ainda há um debate antes do paredão de domingo (31). Há um imenso leque de assuntos por discutir. Mas os candidatos não parecem dispostos a falar sério. Eles estão jogando... Lama um no outro.


Texto retirado de:

http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/arch2010-10-01_2010-10-31.html#2010_10-26_04_10_00-10045644-0

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

PROGRAMAÇÃO DO FESTIVAL DE CULTURA UFC 2010

Amigos do blog,

Depois de um tempo sem postar, felicito-me com os amigos com a programação do Festival UFC de Cultura.

Forte abraço a todos!!!!!!!

FESTIVAL DE CULTURA UFC 2010
CONCHA ACÚSTICA – REITORIA (CAMPUS DO BENFICA)

Segunda-feira (18/10)

19h – Coral da UFC
19h30min – Desfile Curso Estilismo e Moda
20h – Syntagma (CE)
21h – Teresa Salgueiro (Portugal)

Terça-feira (19/10)

19h – Breculê (CE)
19h30min – Desfile Curso Estilismo e Moda
20h – Pantico Rocha (CE)
21h – Mayra Andrade (Cabo Verde)

CAMPUS DO PICI

Quarta-feira (20/10)

19h – Manassés, com participação de Marcos Lessa (CE)
20h – Chico César (PB)
21h30min – Os Malditos Rock Band (CE)

Quinta-feira (21/10)

19h – Unidos da Cachorra (CE)
20h – Groovytown (CE)
21h30min – Mart’nália (RJ)

Sexta-feira (22/10)

19h – Marajazz (CE)
20h – Céu (SP)
21h30min – Otto (PE)

Esta programação é uma cortesia da Comunidade Shows de Graça em Fortaleza
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=52860984

terça-feira, 14 de setembro de 2010

De uma noite insone, depois de avaliar o mundo insano

Se reclamas do modo que a vida de ti exige esforço, medita um pouco antes de se negar ao atendimento das tarefas.

A mosca que chafurda na sujeira, exige de nós esforço de limpeza.

A criança que se detém à beira do abismo, força-nos a correr em imediato socorro.

O paciente atormentado pela miséria da dor, obriga-nos a estabelecer auxílio.

O indivíduo que perde o seu rumo, cobra-nos a eficácia do aviso.

O atormentado que se exaure em indesejáveis recriminações à Vida, requer nossa palavra de estima.

O desesperado que se afoga sem saber nadar, apressa em nós ajuda.

O aluno que se esbarra em dúvida, apraz a resposta de quem já sabe.

Em tudo e por tudo há sabedoria. Não recrmines da medida de teu esforço. Ajuda.

Não silencies na dúvida diante do que é possível fazer. Socorre. E ajuda. Sempre.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Para os alunos da turma de História UVA/São Vicente

Hoje, celebrando este momento tão especial, passou pela minha memória a lembrança de alguns momentos que vivi com esta turma que iniciou sua caminhada há três anos e meio.


Este jovens, sedentos por um futuro melhor e promissor, acreditaram e conseguiram a sonhada aprovação para o curso superior de História, da UVA.


Lembro, ainda, de quão feliz fiquei, quando percorri os corredores do histórico Colégio São Vicente pela primeira vez. Acredito que aconteceu com cada um de vocês, e que estes foram momentos que ficarão guardados para sempre em vossas memórias. Foram momentos de parcial realização.
Inevitavelmente, o destino ou simplesmente o acaso, juntou em uma única sala, pessoas com personalidades diferentes, porém com objetivos semelhantes. Pelo caminho ficaram muitos colegas. Problemas e dificuldades podem aparecer na vida de cada um, principalmente, para aqueles que perseguem seus objetivos. Teve gente que foi e não voltou; teve gente que foi e voltou; tem gente que apareceu pelo caminho e se juntou à turma como se dela fizesse parte desde o início.


Quanto aos que estão aqui, agora: Será que vocês pensaram alguma vez como chegaram até aqui? Será que não passaram por dificuldades?


Com certeza, passaram sim...

Isto é algo bem claro para cada um de vocês. Alguns passaram por problemas familiares, outros de ordem financeira, outros tiveram conflitos com professores, ou com amigos; com a universidade... Mas nada disso os deixou abater. Todos conseguiram, enfim ultrapassar os problemas e fazer deles pedras que incrustam o caminho que eles hoje com orgulho percorrem.


Fizeram tudo isso, em nome de um sonho, de um desejo, de uma aspiração: SER HISTORIADOR(A), que pode significar para alguns perscrutar os caminhos da História, enquanto disciplina, ou para outros, ser um grande contador de histórias.

Hoje para cada um de vocês existe uma outra realidade.


Grandes mudanças aconteceram em vossas vidas, graças ao curso de história. E das muitas coisas que vos foram ditas durante o curso, reitero uma de Marc Bloch que certa vez afirmou: “O ser humano está sempre tentando buscar no passado referências para o próprio presente, em busca da auto-realização, que é o topo na escala das necessidades”.


Ora, nada a partir de agora será igual, pois vocês começaram uma nova etapa de vossas vidas. Etapa esta que todos estão mais preparados, mais fortes e prontos para enfrentar as batalhas que virão pela frente. O curso de história vos deixou mais amadurecidos, mais capacitados e mais preparados para lidar com as dificuldades.


Na história aprendemos que a vida é cheia de incertezas, de mudanças contínuas, e que tudo é fruto de um processo. Foi para entender isto que vocês foram preparados e foi para lidar com esta realidade que caminharam muito para chegarem até aqui.


Tenho, então, a plena certeza de que cada um de vocês é forte o suficiente para vencer todas as adversidades, e quando fraquejarem, reajam com firmeza e não desanimem jamais.

Hoje, cada um de vocês deve virar uma página do livro de vossas vidas. Contudo, todos devem fazer isso, na certeza que este livro não acabou, mas que diante de vocês existe uma bela folha em branco que anseia ser escrita.

domingo, 5 de setembro de 2010

Em Jaguaruana, aos 120 anos...




A cidade fica mais admirável. Esta é a forma singela de dizer aos amigos e leitores deste blog que a terra da rede, antiga União, já passou de Caatinga do Góis há muito.



Ainda é fascinante passear pelas ruas desta cidade... As vielas antigas podem gozar da característica de serem as mais bem traçadas de todo o Vale. O desenho de ruas e avenidas é quase cartesiano; permite a todos vislumbrar começo e fim, entrada e saída, em suma, o horizonte, que, muitas vezes distante, teima crepitar por entre abelhas imaginárias, que materializam-se por causa do calor do sol, disperso por entre as casas.


Mas, depois de muito, por entre estes mesmos becos, afirmar o contrário, o melhor desta cidade é seu povo. A gente que mora em Jaguaruana, que a admira, que a viajou, que já a visitou, que dela ouviu falar, que nela escolheu morar, que lá nasceu, que lá morreu...


Em 120 de emancipação política - é preciso esclarecer melhor esta questão, pois eu defendo 145 anos! - muitos foram os jaguaruanenses que souberam declinar a pena sobre as páginas da história e ajudaram a escrever as dignas linhas que contam as várias peripércias deste município.


Da Vila de União, com os ilustres Padre Rocha e o comerciante Antônio José de Freitas, aos passos que levaram seus moradores a chamar o torrão natal de Jaguaruana, nos idos de 1943 do ainda jovem Pe. Marcondes Cavalcante, até os tempos atuais de Mons. Ducéu, Ivonete Maia, Moacir Ribeiro, muito mudou. E para melhor, diga-se de passagem.


Para esta cidade, tão diversa, tão plural, tão reticente, tão bela, ao passo desmedido da resistência a tanto desprezo, desejo felicidades.